Chutando cachorro morto

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O Bin Laden apareceu de novo. Desta vez ele quer derrubar o presidente da Somália. Seria um pleonasmo, do tipo subir pra cima? É a primeira vez na vida que ouço alguém querer derrubar outro que já está no chão.

Sinceramente, eu esperava mais do Bin Laden. Pra quem estava há uns tempos atirando aviões contra os poderosos Estados Unidos, ele está jogando baixo.

Não que o coitado do presidente deva ser derrubado. Acontece que a Somália só tem presidente no papel. O único lugar onde o presidente tem autoridade é no centro da capital Mogadíscio. O parlamento do país se reune em um hotel perto da fronteira, em terrirório da Etiópia. Por aí já se vê…

É, com certeza, aquilo que se pode chamar de Estado Falido. O poder central não tem poder nenhum, as condições sociais são as piores possíveis e grupos rebeldes lutam pela hegemonia do país, financiados pelos atos de pirataria que ficaram famosos nos jornais.

É uma mistura de radicalismo religioso, pobreza, instabilidade social. Enfim, é um caos. E o pior é que muito pouco se pode fazer. A ONU, coitada, a gente já conhece. E nenhum país tem interesses suficientes na região para bancar uma empreitada contra quem quer que seja por lá. Ainda mais depois do ‘exemplo’ dos EUA no Iraque e no Afeganistão. Já se diz que quem é esperto mesmo aprende com os erros dos outros.

O resto é idealismo: temos de fazer alguma coisa, os países têm de se unir, isso é um absurdo. Disso todo mundo sabe, na prática é tudo mais difícil.

Aí agora vem o Bin Laden querendo derrubar o coitado do presidente. Pra mim é chutar cachorro morto, chover no molhado.

Foi-se o tempo em que havia outros presidentes mais estáveis no poder pra ele querer derrubar. Agora que foram embora dá nisso.


Categorias: África


OTAN, alguém aí?

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Hoje Medvedev, o presidente da Rússia, avisou a todos que está modernizando seu arsenal tendo em vista o “avanço da OTAN”. Algo facilmente explicado pela já manjado Dilema do Prisioneiro, que não vem ao caso comentar agora. O que importa é que a OTAN está tendo sérios problemas em atingir seus objetivos.

Após cancelar as atividades do Conselho OTAN-Rússia devido ao conflito na Geórgia, a OTAN decide realizar 2 atividades simultaneamente que beiram ao absurdo: retomar esse conselho e chamar a Ucrânia e a Geórgia para seu quadro de membros (esse é o tal “avanço” que Medvedev tem medo). É obvio que isso daria problema, é igual uma pessoa se separar porque o companheiro (a) tem uma amante e depois tentar voltar com as duas ao mesmo tempo, uma sabendo da outra. Será necessária uma excelente condução das políticas da Organização para conseguirem realizar tal fato, e se conseguirem, não será sem perdas.

Tanto que existem grandes chances do Conselho OTAN-Rússia voltar a funcionar, de acordo com os próprios russos, mas essa informação foi seguida logo por uma afirmação de seus receios com a OTAN! Pra que serve esse conselho então? Para trocarem farpas em hotéis de luxo ou pra realmente discutir o que deve ser acordado para a paz no Hemisfério Norte? Porque a negociação do escudo antimísseis ocorreu fora da OTAN (que tem planos de ter um projeto semelhante), e outros tópicos importantes podem ser resolvidos fora também.

Em suma, aonde essa OTAN quer chegar?


Categorias: Organizações Internacionais


Os resultados falam por si

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Vejam essas duas notícias que saíram no Valor ontem e hoje, respectivamente, e vejamos se é possível identificar uma diferença de foco entre o Brasil e a China.

1. China vai investir US$ 2 bi na África.
2. Lula planeja Instituto de combate à pobreza na África para 2011.

E aí? Só pra clarificar um pouco: a China já investe na África há tempos – inclusive em polêmicos projetos no Sudão – tanto pela via pública quanto privada. Existe até mesmo um fundo chinês – que ao contrário do que ocorre no Brasil realmente existe e é usado – para obras no continente africano. Agora, com a crise, muitas empresas deixaram a África e a China quer entrar no vácuo. Os objetivos são claros: a África tem minério e petróleo. A China precisa disso para financiar seu crescimento.

No caso da segunda notícia, ela não diz respeito à política externa do Brasil em si, mas de uma pretensão do Lula de criar o tal instituto para poder trabalhar depois que sair do governo, já que diz que não quer ficar dando palestras por aí. Mesmo assim, evidencia o foco que é dado por nossa política externa.

Em resumo: a China se usa da economia. O Brasil, da política.

Enquanto a China, não só na África, se utiliza de sua política externa e de sua força pensando em termos econômicos, o Brasil faz o mesmo, pensando em termos políticos.

A China investe, desburocratiza, constrói, abre caminho para suas empresas, fecha acordos comerciais e, no fim, estabelece relações políticas com os países africanos.

O Brasil cria institutos, faz tratados, quer unificar a língua, burocratiza o quanto pode a vida de suas empresas e se fecha a qualquer tipo de negociação comercial a fim de, por meio de acordos políticos, estabelecer relações econômicas com outros países.

Eu acho que os resultados de ambos os focos deixam claros qual seria a abordagem correta.


Categorias: Política e Política Externa


Nós podemos?

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[Pessoal, este post é de autoria do Giovanni Okado, nosso colaborador, que, por problemas técnicos, pediu pra eu publicar seu post.]

Alguém já ouviu falar sobre os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM)? Eles incorporam muitas premissas liberais e, supostamente, deveriam ser a referência central para a atuação de todos os Estados-membros das Nações Unidas no decorrer do novo milênio. Sim, supostamente…

Entre os dias 6 e 8 de setembro do ano de 2000, os líderes mundiais reuniram-se na Cúpula do Milênio da ONU para comprometerem suas nações tanto com esforços globais mais fortes a favor da paz, direitos humanos, democracia, boa governança, sustentabilidade ambiental e erradicação da pobreza, como para apoiarem os princípios da dignidade humana, igualdade e eqüidade. O resultado dessa reunião foi a elaboração de um documento histórico à humanidade: a Declaração do Milênio.

Assim sendo, o novo século começou com uma declaração de solidariedade e uma determinação sem precedentes de livrar o mundo dos velhos males que afligiam toda a humanidade (guerras, doenças, pobreza, etc.), já que as medidas anteriores se mostraram falhas.

Ao todo, foram definidos oito objetivos para serem alcançados até 2015, que vão desde a erradicação da extrema pobreza e da fome até ao estabelecimento de uma parceria mundial para o desenvolvimento. Para além desses objetivos, foram estabelecidas 18 metas e mais de 40 indicadores para mensurar o progresso dos ODM pelo mundo. O comprometimento para a realização desses fins foi universal, mas as iniciativas deveriam envolver um amplo conjunto de esforços coordenados nos níveis internacional, regional, nacional, municipal, comunitário e, ainda, familiar e individual. Dessa forma, deu-se início a campanha “Sim, Nós podemos”.

Apesar de todos os avanços e esforços da comunidade internacional, os ODM dificilmente serão cumpridos até 2015 – sobretudo no continente africano –, como demonstram os relatórios anuais do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Resta saber qual a resposta para a questão proposta por Kofi Annan, ex-Secretário Geral da ONU: “A aqueles e àqueles que os elegeram, os povos do mundo, digo: só vós podeis decidir se a ONU estará à altura do desafio.”
Mesmo que os ODM rondem as mentes das pessoas e estejam em constante discussão por todos os países do globo, numa era de inimigos imaginários e de especulações financeiras, fazer guerras e inventar crises é a realidade. Aos ODM, deixemos a alegoria de um mundo melhor. Que eles sejam o mito da sociedade contemporânea! Querer nem sempre é poder e poder nem sempre é fazer, as condições para a implementação dos ODM estão à vista, mas o slogan da campanha deveria ser alterado para “Sim, Nós Fazemos”. Este talvez seja o caminho…


Categorias: Organizações Internacionais


Negócio do momento!

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Pessoal, que Renda Fixa que nada!

Muito menos frete de barco ou avião na Venezuela!

O negócio do momento é quebrar uma seguradora nos EUA!

(Não entendeu? Clique aqui e aqui. Ouça também o comentário da Miriam Leitão sobre isso aqui)

PS.: Esse nervosinho aí em cima é o secretário do tesouro dos Estados Unidos, porque será a braveza?


Categorias: Américas, Economia, Estados Unidos


Imagem da Semana

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Que Obama e Lula que nada. A gente é mais arrojado.

A imagem acima é a que mais me chamou atenção durante a semana. É daquelas que não tem o que se comentar, o Fidel com chapéu de cawboy (peronagem tipicamente americana).

Quer ver de onde isso saiu? Clique aqui.

Tem outra imagem? Compartilhe conosco: [email protected]

até mais


Categorias: Post Especial


Uma dupla do barulho

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[Pessoal, novamente não vai ser neste fim de semana que nosso podcast vai sair. O site mypodcast.com, que serviria de servidor para nós, está em manutenção há duas semanas. Então, vai ficar pra semana que vem…]

Como todos sabem, o Lula esteve com o Obama ontem. Pra não ficar chovendo no molhado, vamos comentar alguns pontos relevantes:

“O presidente Obama e eu estamos convencidos (ele gosta dessa de convencidos…) de que essa crise pode ser resolvida com decisões políticas no próximo G-20″ (Lula)

E aí? o que acharam? Eu, sinceramente, acho que faz um pouco de sentido. Na teoria, o fórum que reune as 20 maiores economias do mundo hoje pode, sim, fazer alguma coisa. Mas na prática a gente sabe que as coisas são muito diferentes. Há muitas divergências quanto a como essa crise deve ser resolvida, e isso, obviamente, tem conseqüências sobre qualquer decisão de um órgão multilateral.

Isso já pode ser visto na abordagem que se deu à crise na reunião de ministros do G-20, que ocorreu ontem também. Os EUA defenderam a intervenção maior do Estado (há oito meses isso seria um absurdo…); os BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) já disseram que não vão mais dar dinheiro pro FMI. E a decisão final qual foi? Os países devem dar mais aportes de dinheiro ao Fundo Monetário Internacional. Por aí já se vê…

Além disso, o Brasil quer primeiro reformar o FMI pra depois colocar dinheiro. O Sardenberg usou uma figura importante pra ilustrar isso: “não adianta pedir pro doente na UTI parar de fumar”. Eu concordo. O FMI tem de responder logo. Se eles não se entendem nem do jeito que está, imagine quanto tempo levaria para uma reforma….

Biocombustíveis

Mais uma vez, o etanol foi tema das conversas. Gente, não adianta querer reclamar, os EUA não vão abrir as fronteiras comerciais para o etanol, ainda mais agora em um momento de crise. Eles já estão investindo pesado em fazer o combustível deles. E a razão disso é muito simples: alguém realmente acha que os EUA vão querer se tornar dependentes em energia de um país subdesenvolvido? Segurança energética é coisa séria, e eles já sofrem na mão da Venezuela e não vão tomar qualquer decisão que os possa colocar em uma posição vulnerável, por menor que seja, com relação a um país como o Brasil.

Protecionismo e Doha

Mais uma vez o Brasil insiste na Furada de Doha. Eu já disse isso uma vez: até o mendigo da rua sabia que essa rodada não ia dar em nada. Durante o governo Lula, nosso país não fechou nenhum acordo comercial com quem quer que seja, e isso é grave. O que o Lula ouviu do Obama foi isso, que as medidas que eles estão tomando não contrariarão nenhum acordo internacional. Se o Brasil tivesse algum não teria do que reclamar.

Isso não significa aceitar qualquer coisa que eles quisessem, mas o Brasil se fechou para toda e qualquer forma de diálogo, só aceitava Doha. E o pior, ainda insiste nisso, nosso ministro Amorim já disse que até o fim do ano a rodada vai se encerrar. Pode ser que esteja certo, mas pra mim mostra a total falta de estratégia comercial do Itamaraty.

Encontro Histórico

Não há como negar. O encontro de Lula e Obama foi histórico. A eleição dos dois teve um peso muito grande para os dois países, e o nosso presidente foi o primeiro a ser recebido por Obama (antes ele tinha recebido dois primeiros-ministros).

É isso pessoal, claro que teríamos muitas coisas mais pra falar, mas preferimos pegar nos pontos mais fortes.

Se você gostou do nosso blog, divulgue! Vamos divulgar! Coloque no seu msn, mande emails! E, como sempre, este é um espaço aberto, quer comentar? Comente! Quer escrever aqui? Email para [email protected]


Categorias: Brasil, Estados Unidos


Post do Leitor

Post do leitor – Adriana Suzart de Pádua

[Olá, pessoal, mais um excelente post da Adriana Suzart de Pádua, que é graduanda em Relações Internacionais na UNESP – Franca, membro do Grupo de Estudos de Defesa e Segurança Internacional (GEDES) e redatora do “Observatório de Política Externa Brasileira”. Quem quiser, mande um post no e-mail [email protected] que nós publicaremos. Bianca Fadel, você bem que poderia nos mandar um post, não é? Boa leitura, pessoal!]


Criado por iniciativa do Brasil, o Conselho Sul-Americano de Defesa (CSD) foi efetivado em dezembro de 2008, depois de muitas conversas bilaterais entre Brasil e Colômbia, devido a resistência deste país em aceitar a formação de uma instituição de tal calibre na região sem a participação dos Estados Unidos.

Mas sabem quem começou com essa conversa de criar um órgão de defesa para a região? Pasmem! Hugo Chávez.

Pouco depois de tomar posse, em uma reunião com o então presidente Fernando Henrique Cardoso, em 2000, Chávez já apresentava uma proposta de formação de um organismo de defesa aos moldes da OTAN e que se chamaria OTAS (Organização do Tratado do Atlântico Sul). Tal proposta, além da unificação das Forças Armadas dos países da região, previa também a elaboração de uma doutrina militar regional pautada em valores bolivarianos e com o objetivo de proteger a região da ingerência das potências imperialistas.

A proposta chavista não encontrou apoio dos vizinhos na época. Mas, como sabemos, nosso amigo Chávez não desiste facilmente e desde então, sempre que pode, ele traz o assunto à tona.

Após o ataque colombiano à fronteira do Equador, com o objetivo de eliminar um acampamento das Farc, em março de 2008, sob o pretexto de ataque preventivo (como reza a doutrina de segurança norte-americana) e sem comunicação prévia ao governo Correa, ficou clara, para muitos países sul-americanos, a necessidade de elaborar um plano de defesa próprio para a região. Era a oportunidade esperada.

O Brasil, para não perder o bonde da História para a Venezuela, mais que depressa mandou o Ministro da Defesa, Nelson Jobim, em um tour regional para apresentar a ideia de formação de um CSD e conseguir adeptos. Na época, o Conselho idealizado pelo Brasil, nas palavras do ministro Jobim, estaria vinculado à UNASUL e seria apenas consultivo, não se cogitando a hipótese de fusão das Forças Armadas da região. Limitaria-se a constituir-se em uma voz única em assuntos de defesa e segurança para a região em fóruns multilaterais, isento de tendências ideológicas ou de confrontação contra nenhum Estado em particular. Fomentaria ainda o desenvolvimento da indústria bélica regional.

Porém, alguma coisa mudou. Dois jornais de circulação nacional publicaram essa semana que o CSD poderá tomar a forma de uma aliança militar defensiva regional, com a aprovação de um plano de ação ocorrida no dia 11 deste mês, que prevê a adoção de uma doutrina política comum, o inventário da atual capacidade militar de todos os países da região e o monitoramento dos gastos do setor de defesa. Também deverá ser criado um mecanismo de consulta imediata para situações de emergência, com avaliação de ameaças e ação de resposta, além a criação do Centro Sul-Americano de Estudos Estratégicos de Defesa (CSEED), em Buenos Aires. Um grupo de trabalho coordenado pela Venezuela vai elaborar o registro das academias e centros de estudo em defesa e de seus programas e criar uma rede sul-americana de capacitação e formação.

Será impressão minha ou o CSD está ficando com a cara de seu primeiro idealizador?

O irônico disso tudo é que, embora haja divergências entre os países componentes do Conselho quanto ao lugar ocupado pelos Estados Unidos nessa história toda, resultando em conversas acaloradas durante a I reunião desse organismo, Chávez tem conseguido fazer valer seu projeto sem chamar a atenção sobre si mesmo. E o Brasil, na tentativa de se firmar definitivamente como líder regional, tem dado condições e aberto caminhos para a concretização de projetos nacionais alheios.

A oportunidade faz o ladrão, mas ri melhor quem ri por último.

*A charge que ilustra o post está disponível em: http://chargesdobenett.zip.net/images/Ch-Unasul.jpg


Categorias: Post do leitor


Atualizações

Por

[Informe]

Pessoal, só pra ressaltar: estamos por dentro de muita coisa que está acontecendo por aí, como o caso do menino americano trazido pela mãe ao Brasil que está dando o maior rolo nos EUA e que deve ser tema da conversa entre o Obama e o Lula amanhã. Também estamos por dentro do rolo entre EUA e China (O Obama mandou embarcações armadas para perto da China). Assuntos como estes serão tratados no nosso primeiro podcast, que irá ao ar no domingo. Quer mandar uma sugestão para o podcast? Email para [email protected]


Categorias: Mídia, Podcast


Velhas discussões

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[Post rápido]

Uma velha discussão tomou conta essa semana da reunião da ONU sobre drogas. Liberar ou não? Política de enfrentamento ou redução de danos?

Minha opinião é clara: As drogas devem ser proibidas. E essa conversa de redução de danos pra mim não passa de lero-lero.

Não vou entrar em questões nacionais, como, por exemplo, a legalização da droga no Brasil. Até porque eu duvido muito que traficante vá recolher ICMS e fazer nota fiscal de suas vendas. Se bandido quisesse fazer isso, não seria bandido…

No plano internacional a questão das drogas está relacionada com a segurança internacional. A exploração da pobreza em países como o Afeganistão é que gera a renda utilizada por grupos terroristas. As drogras também estão ligadas ao tráfico de pessoas e de armas.

Sobre as armas, é com a venda de drogas que grupos extremistas em países da África, Oriente Médio e Ásia Central, entre outros, compram as armas utilizadas para desestabilizar a ordem não só em seu país como também de sua região. Ordem essa normalmente muito precária nesses países.

De onde vem o dinheiro das FARC? Com toda certeza vem dos cartéis de cocaína da Colômbia. O mesmo grupo que se utiliza desse tipo de financiamento também promove seqüestros.

Portanto, não há razão para se pensar em legalizar drogas ou incentivar seu uso com as políticas de redução de danos, distribuindo-se seringas descartáveis, por exemplo.

E antes que alguém se lembre da Holanda, a Suécia resolveu seu problema com as drogas com uma legislação extremamente rígida…

Essa é uma velha discussão, e minha opinião, certamente, é passível de críticas. Se você não concorda, desça a lenha!

Até mais pessoal, está tudo meio corrido e eu tinha preparado um post maior e mais abrangente, mas o navegador travou e eu perdi tudo, por isso fiz esse mais curto. Sobre a reunião da UNASUL, não estou encontrando nada muito interessante, caso alguém tenha, por favor nos envie!


Categorias: Brasil, Polêmica