Há um ano...

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E cá estamos mais uma vez com esse exercício de memórias. E memórias de um passado não muito distante que parecem jamais ser apagadas da história da política externa brasileira. Há exatamente um ano o Alcir postou um texto sobre uma volta triunfal. Após ter sido expulso de seu país, o presidente de direito de Honduras à época, o excêntrico Manuel Zelaya, misteriosamente retornou a Honduras. E onde? Na nobre embaixada brasileira.

Coincidência ou ingerência? Esse foi o ponto bem levantado pelo Alcir há exatamente um ano. E que repercussão teve tudo isso. Bombardeios de artigos em jornais brasileiros, hondurenhos e internacionais sobre o Brasil.

Se a intenção do projeto de inserção internacional brasileira era expor-se mais no cenário internacional, tal evento fez o papel de anos de política externa. Agora se os efeitos foram positivos ou não, aí a história é outra.

Enquanto a questão hondurenha era a peça do momento segundo a mídia, o Alcir mais uma vez tentou lembrar cantos do mundo e temas esquecidos à época. A exemplo da 64ª Assembleia Geral da ONU como palco de outro show, tratando de pirraças, hipocrisias e inquietações dos estadistas. E a atuação do então presidente da Líbia, Muammar Kadafi – rasgando cartas das Nações Unidas e defendendo o Talibã – foi literalmente teatral.

Outro colaborador, o Rafael Braz, também fez bem o trabalho de focar em partes do mundo esquecidas, em um post sobre a atual situação da polêmica República Democrática Popular da Coreia (RDPC). Vale a pena reler, pois retoma aspectos bem importantes à análise dessa intrigante questão.

Recordar é viver. E assim vamos, postando e relembrando!


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