Há um ano...

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E estamos de volta com nosso exercício semanal de memórias. Relembrando tudo aquilo que a Página Internacional comentou na exata semana que se passou há um ano. É bom para lembrarmos como alguns temas atuais se iniciaram e como outros perduram por tanto tempo. Comecemos um pouco fora de ordem. 

No dia 15 de outubro do ano passado, o blog comentava o início das discussões sobre as eleições nos Estados Unidos. Luís Felipe tratava das peculiaridades do sistema eleitoral (clique aqui para conferir) do país e abordava um pouco sobre as primárias republicanas. 

Na mesma semana, a Bianca comentou um pouco sobre o Festival Europalia (aqui), um evento Bienal que ocorre na Bélgica e é considerado por muitos o maior festival cultural multidisciplinar do mundo. Tratou-se um pouco sobre os esforços do governo brasileiro no festival e sobre a importância que tem dado à divulgação da ideia de uma identidade brasileira internacionalmente. 

Eu também postei um texto (aqui) sobre o famoso “Occupy Wall Street”. Questionei que, a despeito de o não ter um líder ou demandas específicas, em um contexto de grandes protestos por mudanças políticas significativas no mundo, o movimento tinha um teor simbólico importante. 

Contamos também com uma presença ilustre. O fundador do nosso blog, Alcir Cândido, postou um texto bem interessante (clique aqui para relembrar) sobre a FIFA e a legislação brasileira. Ele questionou o posicionamento do organismo de tentar alterar e intervir nas leis do país em benefício de patrocinadores e organizações multinacionais, puxando o debate para o aspecto das limitações da soberania nacional e das intervenções de atores não-estatais com bastante poder. 

O Giovanni apresentou um questionamento interessante (clique aqui para conferir). Tratando da decadência das grandes potencias e ascensão dos países emergentes, apontou até que ponto essa “mudança” no sistema internacional poderia ser levada ao pé da letra. Apresentando dados atuais, destacou o descompasso entre o crescimento da economia, a distribuição de renda e melhoria de vida das populações dos países emergentes; e, por outro lado, mostrou como “as velhas potencias” ainda tem espaços significativos no mundo atual. 

É isso aí, pessoal, postando e relembrando!


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