Há um ano...

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Voltando ao tempo, há praticamente um ano, a nossa coluna “Conversando com a Teoria” tratava sobre a teoria construtivista das Relações Internacionais. Vale a pena clicar aqui e recordar um pouco da abordagem de Alexander Wendt, principalmente sobre a noção de a anarquia internacional ser algo construído e não uma estrutura em si, conforme afirmavam os neorrealistas.

Em outro momento, em “Brasil: qual é o teu negócio?”, o tema da vez era o Código Florestal, o qual completou um ano no último sábado e teve como intuito principal regulamentar as propriedades rurais nacionais. O documento veio numa época importante, pois em Junho de 2012 foi realizada a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, mais conhecida como Rio+20. Como muitos sabem, seus resultados não foram muito satisfatórios, embora autoridades “vangloriem” até hoje o que fora debatido. 

As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) voltaram aos noticiários e fora objeto de análise em “Liberdade Privada”. Os sequestros continuavam a ser uma das ações mais criticadas do grupo. Desde então, com destaque para o último semestre, a organização vem mantendo um diálogo mais ativo com o governo central, resultando em diversos acordos e uma relativa estabilização interna. 

Ademais, nos fins de Maio do ano passado começava a pequena série de postagens intitulada “Para…o que?”. No primeiro texto acerca da paradiplomacia, seja ela a inserção internacional dos chamados atores subnacionais (cidades, estados, municípios, províncias, regiões, etc.), fora abordado o mundo pós-Guerra Fria e a reformulação da figura dos Estados-nação. 

É isso! Até breve com mais postagens antigas.


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