É ritmo de festaaa…

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Post rápido de feriadão. Nessa segunda-feira de carnaval, parece que apenas no Brasil se tem o que comemorar. A economia vai relativamente bem e o governo é reconhecido internacionalmente pela “limpeza” que vem promovendo nos ministérios (e pelo modo como está cada vez mais criando uma identidade própria, saindo da sombra dos governos Lula) e já há quem defenda a volta do Brasil pra ajudar a resolver o problema nuclear do Irã.


Já no mundo desenvolvido a coisa não anda tão bem. A coisa ficou feia no final do ano passado para boa parte dos países desenvolvidos, que tiveram retração no seu crescimento per capita. Vejam que não é uma situação tão ruim – há indícios de estabilização, e um crescimento pequeno ainda é um crescimento (aliás, isso é meio que uma norma pra países desenvolvidos, que já não têm muito onde crescer). Não chega a ser uma recessão (em que a economia encolhe, como deve acontecer na Itália, pra não falar da Grécia), e cada vez mais parece distante um quadro de depressão (quando a recessão sai do controle e mantém uma crise generalizada por muito tempo, estagnando a economia do mundo) que muitos analistas mais pessimistas previam.


Ainda assim, expectativas positivas não são garantias, e com os problemas específicos de cada país/região (como a crise deflacionária do Japão, o ciclo eleitoral dos EUA e o resgate à Grécia na UE), o sinal amarelo está aceso por aquelas bandas. Mas vamos deixar pra avaliar isso quando o carnaval desocupar as manchetes, certo?


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